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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Nameless Part.3

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"... E então, garoto, interessado?"
-Não, mas... Não vejo por que negar, não tenho nada a perder. E também não tenho muito que fazer por aqui. Até porque, o que eu ganharia com isso? - disse em quanto se abaixava e desamarrava os sapatos.
“oque está fazendo aí -- Ai!"
- Oras você me jogou no chão agora á pouco, é justo que eu faça o mesmo. Não? - disse em quanto mirava outro pé do tênis.
“garoto... - disse com um tom irritado - Bem, é... justo, eu acho. Mas em quanto há minha proposta, o que acha? - disse se recuperando da queda e sentando no chão."
-O que eu ganho com isso?
“Hum... - balanceou levemente o corpo para os lados com uma expressão infantil - O que você quer?"
-Não sei o que tem para me dar? - Disse arremessando o par restando do tênis, Sem sucesso de acerto devido ao movimento da menina.
“hum, posso trazer de volta um membro da sua classe, o que acha?"
- nada feito.
“Oh. Que menino frio. Hum... que tal se você escolher alguém pra eu matar, então? Você com certeza odeia alguém, é só me dizer o nome."
- Na verdade não costumo ter muitos inimigos, mas... com certeza tem algumas pessoas que eu gostaria de ver mortas. Aceito então, o que tenho que fazer?
“Consiga voltar. - disse com um sorriso simpático.”
A garota se levantou com um sorriso malicioso. Andando em sua direção até chegar tão perto a ponto de quase se encostarem os narizes, pegou-o pelo pescoço e o arrastou até perto da arvore. Logo, das gotas de orvalho das folhas começaram a se tonalizar um vermelho arroxeado e ganhar consistência grudenta, aumentando sua quantidade e pingando em seu rosto, a garota continuava parada á sua frente com uma expressão séria na face. Mas sem perder o tom de deboche. Todas as coisas exceto a garota e ele tomaram um tom espelhado, até as mais finas gotas de chuva pareciam espelhos.
“vamos fazer um acordo, garoto! se você sobreviver, eu devolvo seu sapato! Haha!" - disse em quanto a visão do garoto escurecia em meio á inúmeras gotas que caíam nele. Logo, o chão á sua volta começou á amolecer, parecendo uma lama prateada, e o garoto a afundar. Ele caíra no que parecia um precipício. A garota deitou-se no chão e colocou á cabeça onde o menino caíra, e gritou para ele de longe logo depois: “Mas se você morrer, eu vou ficar com ele!”.
Terminando a queda, e recuperando a razão, o garoto olha para cima e vê o buraco de onde caiu se fechando lentamente, como se linhas e agulhas costurassem o céu novamente. Nisso, um pedaço de papel dobrado caiu da última brecha, nele escrito na frente estava:
"Você é uma cenoura na toca do coelho"
Atrás:
“Se quiser fugir do caçador, deixe de ser uma alpaca e torne-se uma raposa."
E dentro palavras soltas e embaralhadas: "costurada", "de", "guerreiro", "com", "o", "boca", "Cuidado".
Em quanto tentava relacionar as palavras, ouviu o barulho de algo se mexendo dentre as folhas e plantas, e um animal fugindo á toda velocidade mais adiante, quando vira alguém andando em sua direção, foi quando...

Amores, desculpe mesmo a demora, não consegui postar á tempo, kissus. Semana que vem tem a Part.4 .

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Nameless Part.2

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-Parece que... eu realmente não deveria ter levantado da cama hoje.

-Psssiiiiiu- ouviu de novo, como se alguem o chamasse. Olhou para o lado, dessa vez, para os troncos das árvores. viu algo peculiar se mechendo, algo ou alguem aparentemente bem confortável no local. Não dava pra saber exatamente onde estava, ou como estava, apenas que estava lá, uma presença peculiar e um pouco indesejada, apesar de que um tanto satisfatória, se pretendesse explicar seu estado atual, é claro.

No momento em que tentara dizer uma palavra apenas, na direção de suas costas soprou um vento muito forte, como se o empurrasse trilha a dentro. Forçando-o á dar ao menos dois passos em sua direção para manter o equilíbrio.

Logo em seguida, surgira um vento mais fraco, junto á uma neblina densa e quente, logo, ouvia-se vozes, eram de crianças, umas com medo, outras brincando, mas todas juntas, correndo em sua direção, e atravessando-o. Por fim, passou um casal de crianças, girando em torno de uma pequena e fraca luz. Pararam diante de Lion, o encararam e sorriram, cochicharam e assentiram com a cabeça. Logo, olharam para ele e Deram um sorriso e o empurraram. Voltando a 'brincar' e correndo trilha á fora.
Após isso, um rastro vermelho, e mal-cheiroso - sim, um rasto de sangue cobrindo a trilha- como se coberta pelas sobras de uma guerra; Dispersando-se logo depois, junto com a neblina.
"Hehehe..."
"Hehe he... foi divertido, não foi? espero que tenha gostado do show."

O garoto olha a volta, procurando a origem da voz, sem sucesso até então, olha novamente onde havia ouvido os baixos chamados que o distraía tanto á alguns minutos. Sem ver nada alí, se aproxima da árvore e começa a tatear o tronco, curiosamente com uma parte oca, com poucos golpes não muito cansativos, e estaria quebrada. E assim fez.
"parece que você me achou, guri. E então, do que vamos brincar agora?" - disse a mesma voz vindo de dentro do tronco oco. Sem mas paciência, colocou a mão, esperando puxar algo, mas sem sucesso. Ao tira-la, percebeu algo molhado, escorrendo de sua mão, de novo, sangue aparecera do nada, dessa vez em suas mãos. Ele olhava-a com indiferença, sem surpresa, sem medo, apenas com o olhar rotineiro, procurando tentar limpar a mão no tronco da árvore ou nas folhas.
"Você é estranho, não tem medo? és mesmo humano? Haha." - Disse a voz com ar sarcástico.
-Claro que não. Por que teria?- respondeu Lion com um ar calmo, porém impaciente, e revoltado.
"Não sei, seus outros colegas tiveram, quer ver onde eles estão?"
-sim.
"Que seja. Mas aviso logo, eles não tiveram muita sorte" -sorriu.
Nisso, começaram a aparece cadáveres de seus colegas de classe. Todos cobertos de sangu, a maioria desfigurados e com cortes pelo corpo, alguns pendurados nas árvores, outros jogados ao chão, parecia ter acontecido uma guerra ali, das feias. O menino arregalou os olhos por um momento, dando alguns passos para traz, mas logo se instabilizou novamente.
"Você é mesmo estranho. Por que não tem medo?" - Alterou a voz até então descontraída, sarcástica, para um misto dúvida e desânimo, ou seria interesse?
- Por que teria? não é real - disse voltando com as mãos ao bolso do casaco grosso e quente. Olhando com desinteresse á copa baixa de uma árvore. - Até quando pretende ficar aí, Chainri?
"Ora, parece que ja tinha me descoberto, mas me deixe perguntar, garoto, como sabia? e é a primeira vez que me dão um nome logo de cara, se bem que me parece familiar, acho que alguém já me chamou assim. Mas como?"
- Porque você está na minha cabeça, oras, eu estou sonhando.
" Sonhando? que menino descrente... Mas, se acha que está mesmo sonhando, por que não..? Vou te dar mais uma chance, vou te mostrar um jogo interessante em vez de te matar aqui, Vamos nos divertir um pouco, se atender ás minhas expectativas, Talvez eu deixe você viver, se não, você morre aqui . E então, garoto, interessado?"

Bom amores desculpe o atraso mas eu realmente não tive tempo pra postar, Aí está a part.2 e espero que tenham gostado, quero comentários!

Part. Anterior

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Nameless Part.1

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"Quem vive de sonhos as vezes pode acabar não acordando. Quem não dorme para não se iludir, acaba sonhando acordado"

"Há cerca de 2 semanas, tenho tido um sonho estranho, parecia tão real que quando acordava, achava que a própria realidade era um sonho.
Pessoas cujo rosto não consigo lembrar, Talvez não fossem importantes. Lugares estranhos, roupas estranhas, mas parecia tão familiar. Uma menina loira com a boca costurada e outra sentada em uma lua. E um animal curioso, não sabia direito se era um gato ou um coelho - talvez os dois... "

Hoje é o 15º dia de aula, depois das férias de meio de ano. A Escola vai fazer uma excursão para alguma floresta taiga, não vai ser uma viagem muito longa, mas será cansativa. Era quase que obrigatória a participação, considerando a nota que valera. - Eu realmente não queria ir...

-Gin...Gin! - Um colega o chamava sacudindo seu braço.
- ... Eu já disse que não vou responder á esse apelido. - respondeu de olhos fechados, ainda com a cabeça baixa, entre os braços estendidos na carteira.
- Lion T. Isidor, tá bom assim? você vai ficar dormindo em quanto todo mundo vai sem você? - Disse o amigo jogando a mochila em cima do garoto.
- Bem que eu queria. Mas acho que não vá adiantar muito, eu já acordei de manhã para vir hoje, não é? Vamos. - disse pegando a mochila e uma câmera. Dirigindo-se junto com a classe para o ônibus.
"Não acho que hoje será um dia muito interessante, minha memória não é muito boa, mas, talvez algo curioso possa acontecer. Não me dou muito bem com transportes, trouxe um comprimido para enjoo, espero que não me faça dormir por muito tempo."

...
Abriu seus olhos vagarosamente, com a visão ainda pouco embaçada e viu-se sozinho no ônibus. caminhando para a saída, cutucou o motorista, que dissera em que trilha a turma seguira, Não era um lugar muito grande, ou melhor, não havia muitas opsões a seguir..

Em meio ao ruído de animais cujo som nunca ouvira, Vozes de seus colegas de classe e um suspiro de alívio de Lion. Seguindo Pela trilha junto de sua classe, um barulho peculiar o chamara atenção, Algo semelhante á um gato... ou um Pássaro? -"Psiu..! PSIU..!"- Sentiu que algo espetara seu pescoço e no reflexo, deu um tapa em si. em sua mão, algo que surpreendentemente não era um inseto, parecia um... o que parecia? uma.... bolinha de gude com orelhas? Chegou com o dedo perto daquela 'coisa', na esperança de que fosse um objeto. -Ai..!!- percebeu que infelizmente o que tocara não era algo inanimado, e sim vivo. Assustado com o que acabara de ataca-lo, jogou-o na floresta e volta a seguir seu caminho. mas a ultima sombra de seus colegas tinha acabado de desaparecer, junto com todos os outros sons.

Estava sozinho, assim como antes. Nem mesmo o som de pássaros ou animais. -Psiu..!!- o menino ouviu novamente alguém chamando, olhou para os lados, para cima, mas não vira nada. Na esperança de pelo menos conseguir voltar para o ônibus, que com certeza não teria se deslocado, voltou correndo para a trilha, mas não havia nada lá. O ambiente parecia ter mudado um pouco, parecia... abandonado, cheio de folhas pelos cantos, como se ninguém passasse por lá a meses, talvez anos.
-Parece que... eu realmente não deveria ter levantado da cama hoje.

sim, eu sei que começou MUITO mal, mas depois vai melhorando aqui +-+
Bom, eu realmente estava adiando por que eu não conseguia decidir um nome, mas ainda tô aceitando sugestões, por enquanto vai ser esse mesmo, eu ja estou com algumas Part.s prontas e pretendo postar de 15 em 15 dias.

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