sábado, 20 de agosto de 2016

Vamos falar de sentimentos? — Natsume Yuujinchou

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O que dizer desse anime que fez tão bem e tão mal pro meu emocional?

Vocês esperavam outra tradução, mas era eu, outra análise! Então, como vocês estão? Espero que bem. Hoje vamos falar de mais um anime antigo; waaai, waai! Eu me pergunto se vocês já conheciam Hakuouki antes da post e quantas pessoas convenci a ver, hahaha. Acho que eu deveria começar com uma sinopse, então... Vamos lá:
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Natsume Takashi é um adolescente capaz de ver Youkai; Entretanto essa habilidade sempre foi mais um fardo do que um dom, e isso o levou a mantê-lo em segredo absoluto de todos os que conhecia, mesmo sendo chamado, perseguido e assombrado. Tendo perdido seus pais ainda criança, Takashi foi passado de parente em parente até chegar à casa dos Fujiwara; onde, por algum motivo, os Youkai são mais agressivos do que o costumeiro.

Ao fugir de um desses Youkai, Natsume tropeça e acaba quebrando o selo que prendia um muito poderoso: este é Madara, que lhe pergunta se conhece o "Livro dos amigos"(Yuujinchou), Livro este que contém o nome de vários youkai em sinal de subordinação; livro esse que foi criado por Natsume Reiko, avó de Takashi, e que ele herdara.
Há mais coisa que eu poderia pôr na sinopse, mas embora seja um anime grande, eu não quero resumir o primeiro episódio inteiro na sinopse. Bem, vamos à análise técnica da titia Izayoki:
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♦• Natsume Yuujinchou não é um anime cheio de ação e conversas durante as lutas, mas sim um anime feito para que você não só assista, mas sinta junto com os personagens. É, portanto, muito envolvente pela parte psicológica e não visual. ou seja, não esperem explosões e poderes bolas de fogo saindo das mãos de ninguém.

♦• É um anime que começa bastante episódico, isto é, os episódios apresentam um foco na história próprio, mas eu não diria que é de fato assim, já que com o passar das temporadas ele perde quase completamente essa característica, gradualmente, no entanto. Ainda assim não recomendo que pulem episódios, porque o lindo é você ver o personagem se desenvolvendo, refletindo, e entendê-lo conforme o tempo passa, assim como o resto do elenco.

♦• A animação. Como não é um anime com muita ação, não exige muito e eu considero muito simples e bonita. Até porque acho que qualquer anime que não use CG ganha muitos pontinhos comigo nesse quesito.

♦• Como disse antes, embora isso evolua com o tempo, o fato de ser episódico o torna um pouco monótono na primeira temporada, mas não se preocupem, a partir da segunda fica mais fluido e confortável de assistir.
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♥ O Protagonista ♥

Assim como boa parte do elenco, maravilhoso. Takashi é um personagem pelo qual eu realmente me apeguei.
A construção do seu psicológico foi muito bem elaborada, ele não é aquele tipo de personagem que depois de um trauma pira ou se fecha pro mundo, nem aquele diferentão que quer se mostrar. Ele é só... Ele. É humano, reflete, erra, erra de novo e acaba aprendendo — ou não — com seu erro. O que o leva a tomar certas decisões foi fruto de tentar e receber o retorno que recebeu, foi fruto dos valores que adquiriu pra si.

Ele é, sem dúvidas, o personagem que eu mais me apeguei no anime e um dos  que eu provavelmente mais me apeguei em bastante tempo. Junto com o Souji, R.I.P Souji.
A partir daqui eu não me responsabilizo por spoilers, leia se desejar ♥.
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Eu conheci Natsume Yuujinchou... Bem, no Zerochan. Em uma imagem que reunia vários "gatos" de animes, na época acho que estava a lançar a quarta temporada, então eu inocentemente cliquei achando que fosse a primeira, fiquei confusa e parei por lá. Aqui estou eu, quatro anos depois, assistindo tudo desde o início e comentando com vocês. Particularmente eu acho que foi bom, eu não creio que me emocionaria tanto quanto como agora. Até porque convenhamos que eu não era uma criança muito emotiva, eu era quase uma pedra de gelo.

Se tem uma coisa que você aprende com essa autora, desde Hotarubi no Mori e, é que ela sabe como mexer com o as pessoas, e explora muito bem isso. Foi um anime que conseguiu fazer eu me sentir um pouco triste por cada sorriso falso, por cada desencontro ou despedida; E, ao mesmo tempo, muito feliz por cada conclusão que fosse... Bem, feliz, né? Não se trata de amor como um romance, se trata mais de... Sentimentos. Tristeza, preocupação, amizade, solidão... Tudo isso e muito mais, tudo o que pode compôr uma pessoa não foi ignorado na hora de criar os personagens. Mesmo os youkai sentem; em sua perspectiva, em seu tempo, mas sentem.

Algumas vezes é levantado o fato de que a vida humana é curta e frágil, e isso é abordado. Muitas vezes alguém que estava lá há poucos momentos, pode não estar mais quando você piscar os olhos, e muitos eles não vão mais poder responder quando você chamar. Caralho, vocês têm noção do quanto isso é triste?

Esse anime conta histórias lindas, realmente bonitas e que poderiam, às vezes, serem adaptadas em uma série só sua, mas isso a tornaria, de certa forma, vazia, porque seria só aquilo e mais nada. Embora haja muitos animes assim e nem todos sejam ruins, eu acho que Natsume Yuujinchou é extremamente rico por tê-las reunidas em um só lugar e ainda conseguir fazer com que envolvam-se com o protagonista, ajudando no seu desenvolvimento, aliás, no desenvolvimento de ambos.

Bem, acho que já falei bastante, e por hoje é só. Espero que tenham gostado e que assistam, porque esse anime é realmente maravilhoso.
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Então, é isso. Um beijo e um queijo ♥

Vocês já repararam que eu repito muitos termos e palavras? Eu acabo esquecendo do que digitei há poucos momentos e então acabo por colocá-los de novo. É uma vergonha toda vez que releio uma post.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Kizumonogatari e Hotarubi no Mori E — Decepção e emoção

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♥ Primeiramente, meu OTP
♣ Segundamente, o que acharam do Layout? Uns amigos me disseram que dá uma sensação de "casa de vó".
♠ Ps: Acredito que pelo menos alguém aqui esteja joganod Pokémon Go. Qual team vocês pegaram? "Eu traí minha família e fui pro Mystic. Agora estou sofrendo bullyng."
Antes de começar a análise, de novo, eu gostaria de dizer que foi anunciado um anime do jogo Ao Oni. Se eu tô gritando? Ò se tô. ~vocês podem conferir a página no myanimelist no link e a princípio será para a próxima estação ~ ♫ A May fez uma post bem antiga "em que todas as imagens estão crashadas, mas o texto ainda existe, então tá valendo", podem conferir aqui.
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Kizumonogatari I: Tekketsu-hen

Bem, vamos lá. Quanto foi mesmo que esperamos por esse filme? Dois anos? É, por aí.
Primeiramente, vou explicar: Kizumonogatari será aparentemente uma trilogia de filmes e é, notoriamente, parte da série Monogatari, passando-se cronologicamente antes do primeiro anime da série: Bakemonogatari. A adaptação para anime foi feita pelo estúdio SHAFT, que é um dos que eu gosto muito pelo estilo original.

Okay, dadas as informações iniciais, vamos, de fato, ao Kizumonogatari: Eu estava muito ansiosa pra assistir, até porque desde o início de Bakemonogatari, foi deixado aquele mistério de "O que aconteceu, de fato, da Golden Week?" E o intuito da série é retratar exatamente isso.
"—Tá, Izayoki, mas o que tem demais?"
Vamos lá. Desde o início do filme, venho notando cores meio estranhas, os cenários, principalmente. Em Bakemonogatari, esporadicamente, são usadas fotos reais no meio de cenas do episódio; no início é comum estranhar, mas mas você se acostuma, e acha até legal; Afinal, é diferente, e já é usado até para reforçar piadas dentro do contexto do anime. Mas qual foi o problema do filme? Pois é, eles abusaram DEMAIS disso. Não sei se consegui contar mais de três cenários que não fossem fotos simplesmente jogadas ali com o personagem animado em cima.

Agora, à fatídica animação: É, lá vou eu mimizar de novo. Como disse alí em cima, eles exageraram, exageraram a ponto de conseguir tornar o que era legal e 'diferente' em algo com impressão desleixada.
Até boa parte do filme eu pensei "bem, esse é o estilo da Shaft, eles com certeza sabem o que estão fazendo" Mas não foi bem assim. Houve cenas de computação gráfica em simples caminhadas e, convenhamos, computação gráfica é o cúmulo. Cenas muito bonitas e bem trabalhadas apareciam para contrastar a cagada, mas a única impressão que consegui ter disso foi "—O Fausto fez o trabalho direito, mas o Henrico dormiu no expediente e a parte dele ficou sem fazer.
—Ah, rabisca alguma coisa aí que não dá tempo.
"

E, gente, convenhamos, o que não faltou foi tempo. Quem acompanha a série Monogatari pode dizer desde quando esse filme foi anunciado. Sobre o filme todo, a impressão que eu tive foi que, seis meses antes da estreia, chegou um cara no estúdio dizendo "—GENTE, SE ARRUMA AÊ; DECIDIRAM QUE A GENTE VAI FAZER O FILME. TÁ AÍ A VERBA, SE VIREM, A GENTE ESTREIA DAQUI A SEIS MESES.
— ALGUÉM CHAMA O HAROLDO QUE AUTORIZARAM O FILME DE NOVO
—SENHOR, O HAROLDO TÁ DE FÉRIAS
 — NINGUÉM LIGA."
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Hotarubi no Mori e

E, da mesma autora de Natsume Yuujinchou, temos aqui mais um filme que é bem a cara dela: Fazer você se sentir feliz e, ao mesmo tempo, muito triste.

Eu assisti Hotarubi no Mori e há alguns anos, e, como fazia muito tempo e eu provavelmente não falara dele aqui e não queria só falar de Kizumonogatari, resolvi assistir de novo pra vir aqui falar dele pra vocês.
Bem, vamos lá, o filme foi lançado em setembro de 2011 e conta a história da relação de Hotaru com Gin, um amigo que conheceu quando se perdeu na floresta próxima à casa de seu tio enquanto passava o verão lá, aos seus seis anos de idade.
Gin, entretanto, tem um corpo muito frágil e não pode ser tocado. O que não impede que eles se tornem grandes grandes amigos e esperem ansiosamente pelo verão de todos os anos para que possam se encontrar.

O estúdio é o Brain's Base, o mesmo de Natsume Yuujinchou, que atualmente está animando Servamp e animou a primeira adaptação de Durarara!
É um estúdio mediano, não vejo ou lembro algo que eu possa reclamar; não que animes nesse estilo exijam todas as proezas possíveis da animação conhecida; mas, pelo menos para mim, ficou agradável. Não vi nenhum erro que chamasse atenção; aliás, sequer notei algum. Talvez por estar entretida com o filme "ou com comentar dele com um amigo que estava a assistir comigo", ou mesmo pela animação ser simples e isso a tornar mais fácil de ser minuciosa. Até porque se um cara tá animando uma explosão, eu não acho que ele vá se preocupar em fazer cada fibra do músculo do indivíduo sendo destroçada e ainda se preocupar com o que acontece no fundo da cena.

Bem, voltando ao filme: ... Eu sempre acabo não falando o que eu quero para não dar spoiler e acabo não dizendo nada interessante? Talvez. Bem, gente, eu poderia dizer "Se você gosta de drama, você vai amar esse filme!" Mas, vejam bem, eu não gosto de drama e eu amo esse filme. Ele definitivamente me afetou bem mais que muitos animes de drama que as pessoas me disseram que choraram feito crianças e eu fui confirmar e foram decepcionantemente chatos. cof cof ano hana cof cof angel beatscof cof -q
Então, se você gosta de drama, assista; Se gosta de romance, assista também; e se gosta de sobrenatural, também. Não despreze nenhum desses, só dê uma olhada, são quarenta minutos de filme e eu tenho certeza que vocês já perderam muito mais tempo que isso num banho, assistindo gameplay ou saracutiando procurando pokémon. >_>.
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Agora, titia Izayoki vai grulhar coisas aleatórias pra vocês, goyukkuri. :v

Sabe, gente... Vocês já ouviram falar daquelas pessoas conhecidas como "acumuladoras"? Que não conseguem jogar nada fora? Um dia um dos meus parentes comentou comigo isso, sobre eu colecionar muitas coisas inúteis, de moedas antigas à embalagens; bom, eu não nego que sou assim. Mas preciso chamar de um jeito mais cool: Pode-se dizer que eu tenho espírito de personagem de RPG. Porque eu guardo as coisas mais aleatórias com aquele pensamento de "isso pode ser útil mais tarde". E assim eu tenho feito. Juro que qualquer dia tiro uma foto da minha coleção doentia de vidro de descongestionante nasal vazios. "—Quê?" É.

Aliás, esses dias eu fiz uma coisa que nunca achei que faria na minha vida: Coei café em um guardanapo de papel. Pois é, no desespero de ficar acordada, você faz umas coisas bem nonsense. "Sim, hoje eu tô afim de tagarelar depois das reviews." A propósito, funcionou. -q

Aliás, só mais uma coisa, será que algum de vocês sofre com o mesmo mal que eu sofro de ter aqueles pensamentos absurdos seguidos por um choque de realidade? Tipo... "Nossa, eu to com um gosto de vômito na boca, talvez eu deva gargarejar com aquele álcool em gel ali... Pera; se eu fizer isso, eu morro." Eu acho engraçado, mas no fundo tenho medo de pegar um dia em que eu esteja tonta de sono e faça alguma merda.
 Porque colocar sabonete líquido no lugar da pasta de dente eu já coloquei. Não foi uma boa experiência. Não façam isso em casa.

Pronto, agora que já falei para caralho, finalmente, um beijo e um queijo ♥!
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Aos fãs de KagePro: Hoje é um bom dia para morrer.


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